
.:|PERFIL|:.
Stella Van Der Klugt, holandesa de nascimento, brasileira por escolha e amor, psicanalista de profissão, artista de alma. Os quadros que pinta tem o azul-índigo do céu de verão, as músicas que escuta à luz de suas perfumadas velas são noturnas e suaves como o saxofone que ela estuda, com a voz de Ella Fitzgerald. Suas maiores paixões além da música e da pintura, são televisão e o Guga. Mas o que ela gosta MESMO é de estar cercada de gente amiga. Amiga como Stella é de quem se aproxima dela.(por Assunção Medeiros)
.:|e-mail:.
stella.klugt@uol.com.br
.:|La Chassotte réunion 2007 |:.
La Chassotte photos May 2007
.:| Elsevier |:.
.:| Elos |:.
Vézelay foi tudo que esperava e muito mais , o hotel , uma dica do meu prof Dr. Isaías, foi lindíssimo. O Hotel de la Poste et du Lion D'Or merece ser um 5 estrelas , como não tem elevador é um 4 estrelas com preços de 3.Além do preço os quartos espaçosos, decorados discretamente e com bom gosto, tem banheiros amplos, com banheira e espuma para banho. Depois de passar o dia inteiro na chuva e no frio: foi como chegar em casa.
Mas antes um pouco do caminho de Chateauneuf en Auxois até Vézelay.
.As peruas brancas, no meio das vinhas, trazia trabalhadores que verificavam cada planta! Eu ainda prefiro um vinho Francês a um Argentino ou Chileno.
A Basilica, patrimonio mundial desde 1979, e seu parque. 
Na nossa última noite decidimos jantar no Relais Chateau, L'Espérance, em St Père sous Vézelay
No dia seguinte tentamos visitar Vézelay mas desistimos . O vento gelado jogava a chuva horizontalmente em cima de nos ,andavamos escondidas atrás dos guarda chuvas e não conseguiamos ver nada. Decidimos pegar a estrada e voltar de uma vez só até Zurich. Sem antes de almoçarmos no bistrot mais aconchegante da cidade comemos uma sopa bem quente e vimos o encontro de familiares que se reuniam para o almoço de domingo.
.
.
. Au revoir Vézelay , on reviendra! Voltaremos , não é tão longe de Paris e vale uma viagem com tal que não chova.( Eis aqui o que não vimos: Les environs de Vézelay)
Foi uma surpresa, chegamos fim de tarde em Zurich almoçamos num Mövenpick que se suspende por cima da autoestrada, e foi uma horrível volta a multidão de domingo, em filas de self service com comida exposta por horas e sem sabor algum. Não queriamos chegar na casa de Jaqueline sem ter comido. ughhh!
No dia seguinte um "glorious day!" Claire me levou para conhecer Zurich. Estive em Zurich no mínimo 20 vezes sem nunca ter visitado a cidade, sempre de passagem para algum outro lugar. Pois soube aquele dia que Zurich tem um rio! O Limmat! Ao longo de suas margens a cidade velha, lindíssima. ( fotos do Limmat). De um lado as boutiques como em todo lugar, Chanel , Prada, Gucci, Dior, Lacoste, e do outro lado livrarias, antiquarios, barzinhos, aproveitar para andar em tudo com um sol maravilhoso que tanta falta fez.
.
Claire e eu .
.estavamos sentadas, ali, onde está ombrelone.
O bote de borracha, com motores potentes do polizei, passou várias vezes enquanto estavamos sentadas ali.
.
.
.Na Igreja Fraumunster os vitrais de Chagal, magníficos, eu, apaixonada por cores não conseguia parar de olhar.
.
.
.
.
O enorme Bahnhof, estação onde pegamos o trem de volta até a casa de Jaqueline.
.
. Nesta última foto, quando ampliada, (cliquem nela) podem ver a telhas , vermelhas atrás das árvores,esta é a casinha de Jaqueline, e o povoado é Birmensdorf.
E este foi o fim da minha viagem no dia seguinte , bem cedinho, quando ainda estava escuro Claire me deixou no aeroporto para meu vôo da KLM de volta ao Brasil