
.:|PERFIL|:.
Stella Van Der Klugt, holandesa de nascimento, brasileira por escolha e amor, psicanalista de profissão, artista de alma. Os quadros que pinta tem o azul-índigo do céu de verão, as músicas que escuta à luz de suas perfumadas velas são noturnas e suaves como o saxofone que ela estuda, com a voz de Ella Fitzgerald. Suas maiores paixões além da música e da pintura, são televisão e o Guga. Mas o que ela gosta MESMO é de estar cercada de gente amiga. Amiga como Stella é de quem se aproxima dela.(por Assunção Medeiros)
.:|e-mail:.
stella.klugt@uol.com.br
.:|La Chassotte réunion 2007 |:.
La Chassotte photos May 2007
.:| Elsevier |:.
.:| Elos |:.
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Olivia Parker
Olivia é famosa pelas suas "naturezas mortas" especialmente quando apresentam objetos semelhantes em estrutura no entanto diferentes. A idéia principal nas suas fotos é que elas devem representar as transformações da realidade num mundo feito de equilíbrios delicados e cortes afiados; pequenas variações intrínsicas ás frágeis estruturas, delicadas membranas, aproximam temperaturas e tolerâncias pressionadas.

Corral
As foto-esculturas de Webbparecem pedaços sáidos de histórias sobre os limites do espaço, as girafas podem realmente ter se encontrado em algum cosmo. Desde o começo nos anos 70, ele subverte o lugar comum em arranjos que frequentemente representam elementos circulando entre os planetas ou nas profundezas do pacífico. Seu trabalho se distingue de outros fotógrafos-inventores principalmente pelo tamanho da obra e pelo gosato do alcance da ficção scientífica Nascido na Nova Zelandia , estudou no Royal College of Art em Landres entre 1972 2 1975.

Chicago Landscape 1966
O assunto de Art Sinsabaugh não trata dos horrores da automação futura mas de um continuum pontuado por postes, items de construções. Ele foi um dos primeiros fotógrafos a insistir a respeito da nova topografía dos anos 70, que a paisagem deveria ser vista pelo que foi, ou como uma expansão preenchida ao azar. Suas fotos que tratam principalmente do Meio Oeste Americano, foram aparadas para enfatizar a horizontalidade.
Sinsabaugh foi um estudante de Harry Callahan no Chicago Institute of Design para onde voltou como professor.
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Peeling
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Devil's slide
Ultimamente ando cada vez mais apaixonada por fotografia. ( Não a minha que são lembranças de viagem) Mas a destes super artistas que descobrí no Moma em NYC.
White estava cansado da pretensão de que fotografia representava o mundo com objetividade, ele acreditava que uma coisa só aparece em relação a uma outra.Da mesma maneira ele tomou a visão de que fotografia era uma maneira de revelar o a vida interior do artista, uma vida que procurava por significados por detrás de objetos aparentemente comúns.
Em 1952 White foi um dos fundadores de "Aperture" uma públicação de fotografia ,da qual também foi seu primeiro editor Sua grande obra foi mirrors messages manifestations, uma monografia de 1969.


Fim de semana em Ibiúna, com direito a pôr do sol lilas.
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Este é o cartaz do "Children's zoo" em NYC.
Como esta semana estive sem inspiração vai aqui uma das fotos da viagem. Esperando por isnpiração
Hoje é sexta feira,começo do feriado de 15 de novembro que será na terça. Voltando para casa, depois de deixar o Nicholas que foi com seus pais e seu irmão para Ilhabela, percebí que a cidade "cheirava " a feriado. Sensação de feriado no ar, parei ,e pensei: - não delira Stella - o que tem de diferente hoje que não tem nas outras 6 tas feiras-( tenho um super ego severo, sequer posso delirar em véspera de feriado). Então observemos: 1- eu mesma aqui quando normalmente ainda estaria jogando bola com o Nick, os outros, carros de luxo, cheios de bagagem as 16:30, e as pessoas na rua . AAAh! Aí estava a maior diferença! Estavam rindo, numa esquina o dono do bar rindo , conversando com um entregador, as pessoas no ponto de ônibus alegres. Cheirava feriado. Na ponte Cidade Jardim a visão das marginais completamente paradas enquanto que as travessas da 9 de Julho totalmente vazías. Começam os estranhos contrastes desta megalópolis. Amanhã saberemos quantas horas ficaram no carro antes da praia.
A tarde está linda, com um vento gelado mas com sol e o ceu limpo a sensação é de ar limpo. É delirio é claro , numa sexta feira sem chuva mesmo com vento o ar em Sampa jamais estará "limpo". Mas parece e já é muito.Cheguei em casa e o Tupi tinha acabado de chegar da rua , foi trotando ao lado da bicicleta até o Brooklin e de volta, chegou aqui com duas femeas lindas e não parava de brincar. Decidi dar um banho nele estava todo babado, foi uma delicia no terraço com baldes de água morna, shampoo para bebe, o dál,ata mais bonito do mundo ficou melhor ainda. Agora esgotado dormiu. Daqui a pouco alguns amigos vão passar para um happy hour, tem gente que só viaja amanhã, e aproveitamos o por do sol. Cheiro de feriado.
Deixamos o Moma para a 6 ta feira, recebemos uma dica de que na sextas feiras a entrada é livre depois das cinco. Passamos o dia passeando, visitamos o Waldorf Astória em direção ao Grand Central Station onde queriamos almoçar no Oyster Bar , outro ponto imperdível de NYC. O sagoão que teve sua aboboda representando os signos do zodíaco restaurado graças a Jaquelyn Kennedy Onasis. Indo em direção a praça de alimentação, atravessamos o grande hall onde foram filmados várias cenas dos Intocáveis (especialmente a cena do carrinho de bebe descendo a escada no meio do tiroteio)
Visitamos o Time Warner Center mais uma vez, adorei este LOVE caidinho, e chegamos ao Moma renovado. Em 2002, á última vez que estive aqui, tive que ir a Queens, em Mahattan estava fechado. Agora, deslumbrante com sua fachada espelhada e com mais altura, re-inaugurou como só os americanos sabem fazer. Nesta viagem o objetivo foi sentir, conhecer ,comer, cheirar este espaço novo.
Tomamos uma cerveja no restaurante no alto do 5 to andar , com vista para o jardim das esculturas. Tomei uma cerveja "Ambar" ( talvez por causa da sua cor) aqui existem cervejarias locais com marcas próprias , a mais conhecida é a Sam Adams , mas esta Ambar estava ótima, e olha aí! as famosas azeitonas... Fotografei o cardápio por causa dos pratos originais que apresentava, decidi comer a sopa gelada de cucumbers com salmão e caviar.
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Uma das fotos mostra como o arquiteto deu ênfase a recortes vãos abertos e transparências, me lembra do projeto que Paulo Mendes da Rocha fez com a Pinacoteca do Estado de São Paulo. Lembra um pouco as escadas "relativas" de Escher alguns sobem outros descem, saem da parede, entram no teto etc.
Ao lado da foto tirada do restaurante do jardim das esculturas está a foto tirada do jardim das esculturas do restaurante.{ o cardápio, acerveja}
Em seguida as obras tiradas de dentro do museo foram tiradas sem flash com Olympus digital 3.2, isto altera bastante as cores mas como souvenir vale a pena. Os quadros são de Monet, Lichtenstein e Pollock e para minha grande alegria , mas presa dentro de uma caixa de acrílico, nossa brilhante Lygia Clark, a obra dela de metal, foi feita para ser manipulada pelo público, entendo que isto nas dimensões do MOMA, seja impossível. E por último Rohtko , no qual me inspirei durante muito tempo.
Terminamos a visita na lojinha do Moma onde encontrei meu objeto de desejo a cadeira Charles Eames que ficaria perfeito no meu consultório .
Na última a despedida do Times Square na última noite ainda compramos alguns presentes para as crianças na Toys R Us. (quando cheguei no Brasil , não só ja existia aqui como meu sobrinho ja tinha um e ja o tinha quebrado. O disco voador está guardado para o Natal)