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Stella Van Der Klugt, holandesa de nascimento, brasileira por escolha e amor, psicanalista de profissão, artista de alma. Os quadros que pinta tem o azul-índigo do céu de verão, as músicas que escuta à luz de suas perfumadas velas são noturnas e suaves como o saxofone que ela estuda, com a voz de Ella Fitzgerald. Suas maiores paixões além da música e da pintura, são televisão e o Guga. Mas o que ela gosta MESMO é de estar cercada de gente amiga. Amiga como Stella é de quem se aproxima dela.(por Assunção Medeiros)

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Minha paixão pela pedra

_________Isamu Noguchi

É um escultor mundialmente famoso. Tem seu próprio museo em Queens N.Y. Filho de pai Japonês e mãe Americana foi criado no Japão e estudou nos USA. A obra de Isamu desperta em mim ha muito tempo um enorme desejo de fazer esculturas.

Quando contei para Sara Müller, minha professora, que iria buscar fazer esculturas em mármore, ela não se surpreendeu. Ela sentiu que meu trabalho com aquarelas seguia nesta direção. Sinceramente não sei como ela viu, no entanto, á essencia incontrolável da água, e minha busca pelo tamanho e extensões, poderia sugerir algo com o tamanho da pedra assim como o desejo de conhecer a pedra com suas veias e cristais.

Comecei minha viagem, meio incompleta até hoje, buscando como Ianelli fazia suas esculturas. Fui até a marmoraria, aqui mesmo em São Paulo, e encontrei o marmorista que as executa. Ianelli manda comprar a pedra, na Itália, e isto é todo um assunto a parte, que explicarei a seguir ja que é fascinante, e entregam no marmorista de sua escolha. Ele Ianelli , muitas vezes verifica a pedra e mostra uma "maquete" da forma que ele quer .

Fiquei um pouco decepcionada. Todo o trabalho de busca da forma , dos volumes , das cores era feito longe da pedra. Eu queria abraçar a pedra, queria que ela me dissesse qual era sua forma. O marmorista faz tudo e o artista só é chamado na etapa final antes dos polimentos.

Não era o que eu buscava, meu interesse não está em criar a forma. Busco uma linguagem da pedra, que me diga a forma, através do meu contato com ela. Este desejo que a forma venha da pedra, vem dos últimos trabalhos do Noguchi onde as vezes aparecem até as marcas  dos furos dos explosivos na pedreira, continuam como as "cicatrizes"no mármore , a história da obra fica exposta.

Aproveitei a visita a marmoraria para entrar em contato com as ferramentas. Outra decepção: as ferramentas eram gigantescas . Precisavam de enormes compressores para fazer as batidas repetidas para as formas do marmore. Seria necessário um treino só para usá-las, e um espaço específico , e tudo era muito caro. Uma pedra do tamanho de uma cabeça é mais de U$ 300,00, imagina  se errar. Eu que gosto de mexer com objetos grandes, tudo parecia cada vez mais impossível. 

De novo eu estava com tamanhos impossíveis, e caríssimos, tudo estava ficando cada vez mais frustrante. O próprio Isamu, teve que desistir do abstrato, para poder ganhar dinheiro para mais tarde fazer os abstratos que queria, objetos figurativos e com  forma humana, vendem com mais facilidade.

Buscar a pedra, foi muito agradável. Existem pequenas cidades na Italia, perto das famosas pedreiras como Carrare, onde há dezenas de studios nos quais pode se  ter aulas de escultura, com tudo ao alcance do artista. Comecei a sonhar: sair de férias por um mês, ir até um desse lugares, onde também o próprio Noguchi passou, escolher uma pedra, experimentar as ferramentas, viver na Italia por 1 mês, que delícia  e renovou meu ânimo.

__________The Roar, 1966, white arni marble. Collection of the Isamu Noguchi Foundation, Inc

Isamu Noguch

The Following texts are exerpted from Isamu Noguchi, A Sculptor´s World ( New York and Evanston : Harper Row, !968)

On Sculpture

New concepts of the physical world and of psychology may give insights into knowledge, but the visible world, in human terms, is more than scientific truths. It enters our consciousness as emotion as well as knowledge; trees grow in vigor, flowers hang evanescent, and mountains lie somnolent -- with meaning. The promise of sculpture is to project these inner presences into forms that can be recognized as important and meaningful in themselves. Our heritage is now the world. Art for the first time may be said to have a world consciousness.

On Carving Stone

To work with modern machinery one must schedule in advance the procedure of work. This brings into question the whole concept of sculpturing as we have known it. The frankness of discussion when it comes to stone, is fogged by the mystique we ascribe to its making. This does not apply to the newer mediums where there is a refreshing candor by the younger practitioners.

I should like stone to be treated like a newly discovered medium. Both concepts and execution could then be re-examined. Any medium, after all, is new (or old) in time. Taille directe is simply a part of the economy of execution, the appearance of which we value. However, to fight gravity is a tour de force. The nature of stone is weight. In a sense I am led against my better judgment in attempting out of contradictions to draw a new emphasis. The deepest values are to be found in the nature of each medium. How to transform but not destroy this!

Although Isamu Noguchi planned to travel to Italy when he was in Europe in the late 1920's, his first visit was in 1949 on a grant to study what he called "environments of leisure." During this trip he traveled to Naples, Pompeii, Paestum, Rome, Florence, Sienna (during the Palio), Arrezo, Assisi, Pisa, Venice, Padua, Milan and Ravenna. In the old piazzas and public spaces he saw an art that went beyond the individual object, and a lifestyle that remained attractive to him for the rest of his life. In 1962 Noguchi worked in Rome casting sculptures made in clay and balsa wood, but he soon traveled to the marble quarries of Tuscany where he established a studio for use in the summer months. Noguchi worked in Pietrasanta and in Querceta, carving large sculptures of white marble and creating multi-colored works assembled by a tension-compression system that he developed. As Noguchi began to work more frequently in Japan after 1970 he worked less often in Italy, but he was carving marble in Querceta immediately before his death in 1988.



Escrito por Stella às 10h05 AM.

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Up Date de Fotos do Rio no post "Voltar"

__Woodstock 1969______

The Fish Cheer & I-Feel-Like-I'm-Fixin'-To-Die Rag

Gimme an F!

F!
Gimme a U!

U!
Gimme a C!

C!
Gimme a K!

K!
What's that spell ?

FUCK!
What's that spell ?

FUCK!
What's that spell ?

FUCK!

Yeah, come on all of you, big strong men,
Uncle Sam needs your help again.
He's got himself in a terrible jam
Way down yonder in Vietnam
So put down your books and pick up a gun,
We're gonna have a whole lotta fun.

And it's one, two, three,
What are we fighting for ?
Don't ask me, I don't give a damn,
Next stop is Vietnam;
And it's five, six, seven,
Open up the pearly gates,
Well there ain't no time to wonder why,
Whoopee! we're all gonna die.

Well, come on generals, let's move fast;
Your big chance has come at last.
Gotta go out and get those reds —
The only good commie is the one who's dead
And you know that peace can only be won
When we've blown 'em all to kingdom come.

And it's one, two, three,
What are we fighting for ?
Don't ask me, I don't give a damn,
Next stop is Vietnam;
And it's five, six, seven,
Open up the pearly gates,
Well there ain't no time to wonder why
Whoopee! we're all gonna die.

Huh!

Well, come on Wall Street, don't move slow,
Why man, this is war au-go-go.
There's plenty good money to be made
By supplying the Army with the tools of the trade,
Just hope and pray that if they drop the bomb,
They drop it on the Viet Cong.

And it's one, two, three,
What are we fighting for ?
Don't ask me, I don't give a damn,
Next stop is Vietnam.
And it's five, six, seven,
Open up the pearly gates,
Well there ain't no time to wonder why
Whoopee! we're all gonna die.

Well, come on mothers throughout the land,
Pack your boys off to Vietnam.
Come on fathers, don't hesitate,
Send 'em off before it's too late.
Be the first one on your block
To have your boy come home in a box.

And it's one, two, three
What are we fighting for ?
Don't ask me, I don't give a damn,
Next stop is Vietnam.
And it's five, six, seven,
Open up the pearly gates,
Well there ain't no time to wonder why,
Whoopee! we're all gonna die.

By Country Joe and the Fish



Escrito por Stella às 08h46 PM.

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Caos para São Paulo

  ATENÇÂO! ATENÇÂO!

CHEGOU O    OUTONOS

Fala da Flip

 

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Rua Augusta 1968                              Marginal no Brooklin 2004

"...O mercado imobiliário e da construção civil espera ansioso pelo dia 26. É que ao que parece, está prometido que nesta data serão liberadas as anistias da PREFEITURA para construções irregulares.

....A fofoca é que isso teria rendido , a vereadores votantes e sabe Deus quem mais, quantia avaliada em US$ 5 milhões!!!!."

Cesar Giobbi para o Caderno dois no 19/08/04

 "...A autodeterminação. Nossa nação não a tem, então qualquer um
que esteja no trono do planalto é apenas um títere na mão do capital
financeiro,  que a esta altura da história, já nem é mais concecntrado na
mão de uns pouco: é, isto sim, uma força autônoma e infinitamente
esfomeada. .."

Frase do Mau

Sim é um a colcha de retalhos. A primeira foto da Rua Augusta , é do ano em que cheguei ao Brasil. Naquela época 1968 a população do Brasil era de 90 milhões. Nós morávamos no Brooklin, que era quase periferia, já que só se chegava até este  fundo da zona sul de Sampa, pela Av. St. Amaro.

A outra foto é do Brooklin hoje. Brasil está com 170 milhões de habitantes.  Em São Paulo somos 20 milhões, conseguimos apenas nos mover, tamanha a multidão. Trabalho á 2 quarteirões da minha casa, porque preciso ir trabalhar a pé. Só para dar a volta ao quarteirão do meu prédio eu levaria 20 minutos. Trabalhar fora do meu bairro seria passar horas dentro do carro.

Os motoqueiros, ou motoboys são como abelhas zumbindo ao nosso redor. Se tornaram a única forma de transportar algo de um ponto da cidade a outro em no mínimo duas (2) horas. De carro levaríam 4 horas.

Dependemos do rodízio de carros. Eu, por exemplo,  não posso andar de carro nas segundas feiras das 8:00 as 10:00 e á tarde das 17:00 ás 20:00. Parece que no futuro não poderei andar 2 dias nestes horários. Estão também pensando em proibir de circular o dia inteiro em vez de só naqueles horários.

As decisões da Marta , realmente vão piorar a cidade, saõ 13 mil projetos irregulares. Dentre estes projetos está o apartamento do George Soros, atrás do shopping Iguatemi na marginal. Um espigão que ultrapassa em mais ou menos 10 andares a altura máxima permitida na região, está na rota de aterrisagem do aeroporto de Congonhas. Mais 12 mil que não conheço. Mas conhecerei logo. 

 



Escrito por Stella às 09h53 AM.

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________  Saco do Ceu, Ilha  Grande R.J.             

Sexta feira fiz a minha malinha , como tinha feito tantas vezes naqueles 6 anos. Algo diferente estava acontecendo, ainda não ficara claro o que. Desde minha separação não tinha ido ao Rio e estava assustada com a idéia de me entristecer, de ficar melancólica. O Rio tinha sido meu sonho durante aqueles anos, morar naquela orla seria meu futuro.

Saí de casa alegre. Eu não saía assim, saia angustiada, pesada , preocupada. Mas ainda não entendia o que estava acontecendo. Tagarelei com o motorista, sobre transito, e assaltos, áquela conversa que todos os Paulistas tem em común. Estranha, aquela alegria . Eu odiava tomar taxis e evitava conversar com motoristas.

Aeroporto, fila, check-in, embarque em 10 min. no portão 3. Antes fui comprar algumas revistas. Levarei um presente para Laura. Nossa! Os diários de Sylvia Plath. Um único livro. Comprei passei a viagem lendo. Comprei também a revista Quem, afinal a Luana Piovani grávida de um Paulista rico,certa que Laura gostaria de saber. Essas mulheres muito poderosas, desistem de procurar amor, e engravidam.

Com a câmera no colo sentada na janelinha, fiquei na expectativa de que a visão do Rio me faria chorar, estava assustada. A máquina me escondia. Ai estava  - lha Grande , o Saco do Ceu, em Kings Bay, o lugar mais bonito do mundo, um paraíso. Eu clicava , fazia aquele som da música do Jean Michel Jarre. A restinga da Marambaia apareceu logo depois do Pier e do porto com o minério de ferro. Sabía tudo sobre aquele lugar.

_____

O Cristo estava longe, isto quer dizer que aterrizaríamos pelo outro lado, o avião faria uma curva o que me deixaria de frente para fotografar o Pão de açucar. O sol estava quase se pondo e os reflexos na agua não permitiam a foto até que no fim da curva apareceu a pista de aterrizagem com o Pão de açucar ao fundo, na sombra, deslumbrante. Deu tudo certo.

______

Agora só ir até o endereço da Laura.

Um endereço histórico, bem no meio de Copacabana, o motorista conhecía . Aterro do flamengo numa luz dourada, em seguida Copacabana, continuava me sentindo bem. O Porteito me deixou entrar, e segurou a porta do elevador. Um elevador Francês com porta sanfonada , de cobre lustrado , brilhando.

Sim estava contente, alegre por estar ali. Por passar aqueles dias com uma amiga.

E ficou claro, entendi que durante anos vinha para o Rio pesada, e chateada, nunca senti que estava encontrando com amigos. O mais surpreendente é que nunca tinha percebido este mal estar, que agora vejo de longe. Naquela época era constante e difícil. Cada viagem exigía esforço, trabalho, coragem. O bom humor exigia esforço, paciência.

Agora parece um novo Rio. As portas brilhantes se abriram e lá estava Laura, pequena grande mulher, me esperando com um sorriso. Começamos a conversar e só paramos quando fui embora no Domingo a tarde. A viagem foi estranha , fácil e feliz.

______

(esta foto tirei do terraço da Laurarj, as outras foram do avião)



Escrito por Stella às 09h02 AM.

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Tekka

A Tekka do Strange-Fruit  me deixou toda encabulada logo cedo. E a única coisa que posso fazer é tentar deixá-la encabulada também . A Tekka é dona do Blog Strange - Fruit, e fala um pouco sobre tudo que é importante. Me chamou a atenção  a exatidão das informações sobre os assuntos que toca, especialmente ligados a arte. Expressa suas paixões quando fala das pessoas que ama , e é totalmente escancarada  e exposta. Me sinto orgulhosa de tê-la como amiga, nesta blogosfera muitas vezes agressiva.( Ainda darei um jeito de deixá-la encabulada tambem...me aguardem.)

Estou saindo de Sampa para visitar uma amiga, uma aliada, numa terra que já foi minha, uma cidade da qual sonhei me tornar  cidadã; é o lugar mais bonito do mundo e em sua volta pode se encontrar o paraíso.

Um Deus chegou em Atenas!

Chegou em Atenas , era noite , e a cidade se iluminou , os que sabiam da sua chegada não ficaram surpresos , mas o clarão assustou aos desavisados da chegada de tamanho Deus

Esta lá iluminando aos privilegiados que conseguiram ir , ensina a todos com sua humildade

e alegria de viver : qual será o caminho a seguir nesta era de guerras e terrorismo, ( espero que aprendam!)

 



Escrito por Stella às 09h32 AM.

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Documentários

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Documentários

-podem ser a salvação das telas,

O Sérgio Augusto, na sua matéria no Estadão de 7 de Agosto de 2004, constata que a grande maioria do público está se interessando mais por documentários , não necessáriamente porque o público queira a verdade ou realidade no lugar da fantasia ,e cita de Blanche Dubois -" Não quero realismo, quero magia", mas -" porque a fantasia ultimamente produzida na tela viciou-se por completo em fórmulas previsíveis e violência gratuita, perdeu seu encanto e tende a mofar."cit.

Ele cita uma série de documentários que tiveram formidável repercusão sem ter nada a ver com Bush ou sua guerra. Para não ficar limitado ao Fahrenheit 9/11.

(Copio a lista porque sei que alguns de vocês conhecem.)

"Edificio Master" de Eduardo Coutinho

"Nelson Freire" de João Moreira Salles

"A Captura dos Friedmans" de Andrew Jarecki

"Sob a Névoa da Guerra" de Errol Morris

Ele faz uma série de perguntas :

"Porque ficamos mais interessados no mundo real ?

Que influência sobre essa propensão tiveram os reality shows da TV, a pandêmica alcoviteirice embutida no culto às celebridades, a frequência voga de auto ajuda e a popularização dos canais a cabo Discovery, Nacional Geographic e History?" ( eu ainda acrescento o People & Arts que está explodindo).

E ele responde , que os documentários tem um elemento "voyeur", ( segundo Freud o Voyeur olhava pelo buraco da fechadura para encontrar" la clef": isto é a chave do mistério, a revelação, a solução ) Uma busca que nos ajuda a entender melhor o mundo e as pessoas.

Em seguida mostra que a manipulação em qualquer filme existe em maior ou menor grau. Não existe o cinema verdade , que sempre ha o olhar do cineasta .

" O Fahrenheit 9/11 não pretende ser uma reportagem isenta (outra Utopia) , mas um deslavado e competente agit prop, com duplo objetivo: esclarecer a opinião pública sobre "o modus operandi" do atual governo americano ( tarefa não cumprida pela midia americana durante a montagem e a montante da invasão do Iraque) e contribuir para que Bush seja derrotado nas próximas eleições presidenciais.

....Nem a casa Branca conseguiu encontrar em seu filme mentiras suscetíveis de um processo".Diz ele.

Outra resposta as perguntas que ele coloca : o Jornalismo não cumpre mais sua função de denunciar certas verdades políticas e económicas, aqui surge a necessidade de informações por outras vias , o Documentário tenta preencher o que na realidade "sutilmente" tinha sido eliminado dos noticiários.

Sérgio fala em seguida de documentários que tinham certos objetivos específicos dos seus autores, provando que o Documentário isento é uma utopia. O documentário representa portanto a opinião do seu autor.

Fala de:

Dziga Vertov soviético

Joris Ivens Holandês

Henri Stock Belga

"The Corpóration"de Mark Achbar Canada

"Yellow Caesar" Alberto Cavalcanti  Brasil ( deixaria os mais intransigentes críticos de Michael Moore em estado catatônico.)

"Super Size Me" Morgan Spurlock (dia 20 estreia no Brasil)

"As grandes corporações e os poderosos do dia são os alvos preferidos dos documentaristas mais bem sucedidos da atualidade. "Estamos fazendo o que os grandes jornais e sobretudo, os telenoticiciosos abdicaram de fazer" justificou-se Mark Achbar. " As pessoas se desencantaram com o comportamento aético e brutal das corporações e querem ver isso denunciado e submetido a reflexões na tela" acrescentou Aschbar."

(Talvez aqui entre a reflexão de porque as pessoas lêem tão pouco. Talvez  porque buscam a imagem mais fácil do documentário.)

_____________________________________

Pedí para Papai dar uma lida no meu post . No telefone com ele , já me adiantou  que acha que o que Michael Moore fala não é de muita confiança. Por ouro lado ele disse :- o sistema democrático Americano ainda é o melhor do mundo, melhor que o Europeu ( Papai participou da unificação da Europa e da criação do Euro)."Em nenhum lugar do mundo há tantos homens poderosos na cadeia, e citou o caso da Enron, como há nos USA". Situações parecidas na Holanda nunca levaram a uma condenação. ( Papai manda bem.)

And ,-"I'am Daddy's girl"

________________________________

UPDATE

Henri Cartier Bresson.

Eu não ia falar nada. Muitos posts foram feitos e estavam muito bonitos. Então encontrei , atraves do blog Sub Rosa , da Meg, um link com a RETROSPECTIVA do fotógrafo. Isto é raríssimo realmente vale uma viagem até lá.

Tem até fotos pornográficas  para aqueles que precisam de um incentivo maior ...

 É o Sr. Maeght entre esculturas de Giacometti. Foto de Henri Cartier-Bresson

 Foto da Ile de la Cité e do Pont Neuf de Henri Cartier-Bresson

 The Netherlands Gouda de Henri Cartier-Bresson.



Escrito por Stella às 10h42 AM.

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Decidí colocar o Banner do 9/11 porque quero apoiar aqueles que denuncíam , falam, dão sua opinião sobre o que se passa no mundo.

Assisto aos documentários do Michael Moore desde muito antes da sua fama , li seus livros. Há muito tempo que ele denuncía o abuso de poder das empresas Americanas e da Política Americana.

Ele luta, sem dinheiro , sem apoio, perseguido, ja foi parar na cadeia, para falar o que pensa.  Fiquei muito surpresa quando Cannes lhe deu a Palme D' Or, com o Fahrenheit 9/11 é um documentário onde ele dirige o olhar (sim ele dirige ) do público para aquilo que ele, Michael, quer mostrar.

 Gostei do fato de ter tido tanta repercussão.Tanto ameaçou o governo Bush, que o irmão  , como governador da Florida, pressionou a Disney a não fazer a distribuição do filme, com a ameaça de tirar certas vantagens que a Disney tem na Florida. A Disney vendeu para a Miramax que destribuiu o filme nos USA, fazendo oposição a Bush.

Com tudo isso, ainda é provável que Bush ganheas eleições parece que ele tem mais dinheiro que seu rival, e tem certamente mais poder político de manipulação . Muito mais que qualquer documentário premiado , que esta escandalizando o mundo, tenha.

Por mais que alguem fale , e denuncie , as chances de mudanças são muito pequenas.

 



Escrito por Stella às 09h48 AM.

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